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1. Regra geral
Atribuir à obra em catalogação os cabeçalhos que melhor sumarizem o conteúdo geral da obra e que providenciem pontos de acesso aos seus tópicos mais importantes. Um tópico deve compreender, pelo menos, 20% da obra para que seja atribuido um cabeçalho.
2. Tratamento catalográfico
Atribuir cabeçalhos que correspondam ao tratamento catalográfico da obra.

Exemplo: A um registo que represente uma colecção devem ser atribuídos cabeçalhos que caracterizem o conteúdo geral da colecção como um todo. A um registo que represente apenas um volume da colecção devem ser atribuídos cabeçalhos que representem os conteúdos específicos desse volume.

3. Número de cabeçalhos
o número de cabeçalhos necessários varia conforme a obra a ser catalogada, por vezes um cabeçalho pode ser suficiente, normalmente não são necessários mais do que seis. Se for atribuído mais do que um cabeçalho, devem entrar por ordem de importância.
4. Especificidade
Devem ser atribuídos cabeçalhos tão específicos quanto os tópicos que eles compreendem. A especificidade deve reflectir a relação entre o cabeçalho de assunto e a obra a que se aplica. Um cabeçalho mais genérico só deve ser atribuído quando não é possível atribuir um mais específico.

O cabeçalho Psicologia é específico quando é atribuído a obras sobre introdução à psicologia. Em alguns casos, pode ser necessário subdividir o cabeçalho para se tornar mais específico.

5. Profundidade
Um determinado cabeçalho pode assumir vários subtópicos que também são representados por cabeçalhos de assunto no ficheiro de autoridades. Não devem ser atribuídos os cabeçalhos que representem os subtópicos que normalmente estão incluídos dentro da cobertura do cabeçalho atribuído.

Quando se atribui o cabeçalho Ginástica, não devem ser atribuídos cabeçalhos como Barras paralelas, Trave olímpica, etc.

6. Tópico geral e subtópicos, princípio versus caso específico
Se uma obra trata de um tópico geral com enfâse num subtópico particular, ou apresenta um princípio e ilustra o princípio com um caso específico ou exemplo, devem ser atribuídos cabeçalhos para ambos, para o tópico geral e para o subtópico, desde que o subtópico seja abrangido em, pelo menos, 20% da obra.
7. Dois ou três cabeçalhos relacionados
Se existe um cabeçalho que representa dois ou três tópicos discutidos numa obra, e que não inclua nenhum outro tópico dentro desse contexto, deve ser atribuído um cabeçalho em vez dos dois ou três cabeçalhos relacionados.
8. Regra dos três
Se um tópico geral inclui dentro do seu âmbito mais do que três subtópicos, mas a obra em catalogação trata apenas de dois ou três subtópicos, devem ser atribuídos os dois ou três cabeçalhos em vez do cabeçalho mais genérico. Se na obra forem discutidos mais do que três subtópicos, devemos utilizar o cabeçalho genérico, a menos que seja aplicada a Regra dos quatro.
9. Regra dos quatro
Em algumas circunstâncias é preferível atribuir cabeçalhos para quatro subtópicos em vez de um cabeçalho genérico. Se um cabeçalho tem uma ampla cobertura e cada subtópico cobre uma parte, atribui-se os quatro subtópicos. Em nenhuma circunstância devemos exceder os quatro subtópicos.
10. Tópicos multi-elemento
Se uma obra trata de um tópico complexo ou composto para o qual não existe um cabeçalho simples, nem pode ser construído ou estabelecido, atribuiem-se múltiplos cabeçalhos para representar os vários aspectos do tópico.
11. Aspectos adicionais
Nos cabeçalhos atribuídos a uma obra, podemos ter de destacar aspectos adicionais importantes, como limitações no tempo ou a um lugar específico, focados em entidades específicas e apresentadas em determinada forma particular. Estes aspectos podem ser expressos através dos próprios cabeçalhos, de qualificadores ou de subdivisões: Lugar: as características geográficas e jurisdicionais podem desempenhar um papel importante no conteúdo de uma obra, em termos de localização, de cenário, derivação ou origem, e precisam de estar reflectidas nos cabeçalhos atribuídos. Tempo: expressar os aspectos cronológicos significantes da obra. Entidades: atribuir cabeçalhos para pessoas individuais, famílias, instituições, projectos, eventos, edifícios, nomes de produtos, títulos uniformes, etc. que sejam significantes para o conteúdo da obra. Devemos atribuir cabeçalhos deste tipo quando são críticos para o assunto da obra, mesmo que não ultrapasse os 20% do total da obra. Forma: atribuir cabeçalhos de forma a representar a natureza do item em catalogação.
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